quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Será que hoje em dia tamanho ainda é documento?


Certo dia entrou em nossa loja um senhor de aproximadamente 50 anos e começou a olhar minuciosamente as próteses e vibradores que tínhamos. Logo em seguida, perguntou se queríamos comprar uma próteses que ele tinha e que não queria usar mais. Espantada, claro, falei que não trabalhávamos com troca de produtos, muito menos comprar produtos usados, imagina!
Ele insistia, falando que não queria mais e que então daria para nós fazermos o que quiséssemos, ou poderíamos dar um desconto em outra peça. Inclusive, referiu ter comprado a bendita em um motel e que o material não era bom. Receosa com a insistencia do senhor, continuei explicando que nós não fazíamos isso, mas isso não o contentou.
Insistente, ele me perguntou qual era o tamanho ideal de um pênis. Explicamos qual era a média do brasileiro, mas que em nem todos os casos isso era de suma importância. E ele insistia em saber o tamanho!
Finalmente, ele disse: “Querida, você é muito simpática, mas eu vou te pedir um favor: posso mostrar para você o meu pênis e você confere se esse é um tamanho adequado?”. Isso tudo, claro, com um ar muuuuito estranho.
Nessa hora, minhas pernas estremeceram e o medo tomou conta de mim. Falei: “Senhor, essa não é a nossa função!”, mas ele ameaçou abrir as suas calças. Até que, então, fui salva pelo gongo! Entrou um cliente na loja e o senhor, assustado, se retirou da loja. De todos os modos, já tínhamos acionado o segurança, mas não foi preciso tomar atitudes drásticas.
Pois é...existem situações bem constragedoras também, nas que o cliente tenta se aproveitar de alguma forma, confundindo os papéis. Ainda bem que, pelo menos até agora, sempre conseguimos nos livrar delas...

Nenhum comentário:

Postar um comentário